sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Má aplicação do dinheiro em contratações

Eu só queria que a diretoria parasse de gastar o pouco dinheiro que tem, trazendo um caminhão de jogadores onde 3 ou 4 darão certo. Realmente, jogadores já foram apostas e já se destacaram no nosso clube. Porém, devemos analisar o seguinte: primeiro, quantos passaram e quantos deram certo. Segundo, no ano em que deram certo. 

Em cada ano tivemos apostas que deram certo. Agora, vamos procurar saber quantos passaram e vestiram a camisa do Nautico nesses respectivos anos e que NÃO deram certo. Apostas que NÃO deram certo, e quanto dinheiro o Náutico perdeu com isso. Muito, né? Justamente..  

Pelo o que eu lembre, nenhuma aposta feita pela diretoria em 2010 tenha trazido bom resultado além de Giovanni. E olhe que este saiu do clube e não faz falta pra ninguém, não seria surpresa, inclusive, que não lembrem desse jogador. Todo ano é a mesma coisa. Mais de 30 ou 40 jogadores vestem a camisa do nosso time e ai ? o que a gente ganha ? NADA ! Um dos maiores erro do Nautico é isso. Na minha opinião.É aplicar mal o dinheiro nas contratações. 

Em 2011, além dos atacantes Bruno Meneghel, Ricardo Xavier, Rogério e Kieza, o Náutico contratou mais 5 jogadores, todos apostas SÓ PRO ATAQUE: Moisés, Paulo Sérgio, Rafael Xavier, Alexandro, Daniel Caiçara. Sem contar com Joélson que também fazia parte do elenco.  

Agora em 2012, a diretoria precisa acordar e tentar, de algum modo, sair desse caminho de erros que já começou a seguir: Entre todos os erros, só temos um lateral-esquerdo e nada mais nada menos que, 7 atacantes (Siloé, Henrique, Léo, Rodrigo Tiuí, Doriélton, Berger e Rogério) ! O dinheiro já começa a ser mal aplicado desde já...O erro de sempre começa a ser cometido. 

Vejam um trecho retirado do Blog Parceiro "Oposição alvirrubra" : 

"Esse modelo que resulta em 40 jogadores/ano tem que ser alterado para uma divisão de responsabilidade entre diretoria de futebol e do CT profissionais e atualizados com o mercado do futebol que contratam com base no que se viu nos campeonatos locais e nacionais dos dois anos anteriores, em parceria com o técnico. 

Se houver efetiva profissionalização dos dois setores, ao invés de 40 jogadores, vamos contratar 18 jogadores certos, com prazo longo e custo por cabeça de 35 mil, mas que formem a base de um bom elenco que deve ser complementada com os jogadores da base."

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