A eleição para futuro presidente do biênio 2012/2013 no Náutico será em Dezembro, mas as informações dos bastidores estão rondando com muita intensidade nos Aflitos apesar da diferença de meses em que nos encontramos hoje.
Três nomes fortes encabeçam a disputa e de certa maneira polariza a posição dos eleitores e dividem suas opiniões, como é o caso do provável candidato da situação, Paulo Wanderley, que representa este grupo que está no comando do nosso clube há um certo tempo,e que acumula mais fracassos do que vitórias.
No lado dos oposicionistas, temos dois, Marcílio Sales e Paulo Henrique. Marcílio foi diretor na 7gestão de Valois, participou ativamente no acesso do timbu à série A de 2007 e acabou mudando sua postura política no clube por divergências e virtudes inversas àquela que era a gestão atual (Maurício Cardoso), um ato que lhe rendeu um posicionamento oposicionista já que o atual presidente do clube (Berillo Júnior) é gestor da mesma situação que Maurício Cardoso, postura essa que de certa maneira deixou o torcedor mais interessado no seu trabalho à frente do clube e que pode lhe render a confiança dos eleitores.
Paulo Henrique foi jogador do próprio Timbu, tem experiência com políticas públicas, pois trabalha com a Secretaria de Turismo da cidade de Itamaracá. O que faz o torcedor ficar mais atento à sua candidatura, é o fato do candidato conhecer as necessidades de uma comissão técnica, condições de trabalho, a questão dos funcionários do clube já que ele conviveu de uma maneira ativa com tais profissionais, fora a figura representativa de um atleta num clube que prova uma certa sinceridade por parte do candidato. Recentemente temos no carioca Vasco da Gama um presidente que foi atleta do clube e ídolo posteriormente que é Roberto Dinamite,onde na sua gestão foram conquistadas a Série B e a Copa do Brasil pelo clube Carioca.
Cada candidato mostra suas qualidades a partir de seu histórico, o importante é a participação efeitiva dos sócios do clube na escolha do novo presidente,através de eleição diretas.É necessário mudar a postura política.Que se tenha transparência com o maior patrimônio do clube, o torcedor. Sinceridade para trabalhar diante da realidade do futebol brasileiro em seu quesito administrativo, trabalhar as possibilidades de lucratividade e investir nas mesmas, como principal exemplo tem as divisões de base e suas pendências. Ou seja, o novo gestor precisa de clareza nos seus objetivos e planejamento nas suas ações.
Nós do Blog Serei Náutico Eternamente desejamos boa sorte aos candidatos.Esperamos compromisso e transparência por parte dos mesmos.
Por: Caio Cézar
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